quinta-feira, 23 de agosto de 2012

1808, Laurentino Gomes


Título Original:
1808
Autor(a):
Laurentino Gomes
Origem:
Brasil
Tradução:
*livro nacional*
Editora:
Planeta
Ano:
2007

Nunca algo semelhante tinha acontecido na história de Portugal ou de qualquer outro país europeu. Em tempos de guerra , reis e rainhas haviam sido destronados ou obrigados a se refugiar em territórios alheios, mas nenhum deles tinha ido tão longe a ponto de cruzar um oceano para viver e reinar do outro lado do mundo. Embora os europeus dominassem colônias imensas em diversos continentes, até aquele momento nenhum rei havia colocado os pés em seus territórios ultramarinos para uma simples visita - muito menos para ali morar e governar. Era, portanto, um acontecimento se precedentes tanto para os portugueses, que se acharem na condição de órfãos de sua monarquia da noite para o dia, como para os brasileiros, habituados até então a serem tratados como uma simples colônia de Portugal.


Como vocês puderam notar, eu fugi da linha do tempo e estou na ordem errada: comentei nesta postagem sobre 1822, do mesmo autor, um dos meus Tops, que fala sobre a Independência do Brasil e seus personagens. Desta vez, 1808 mostra como tudo começou: a invasão de Portugal e a fuga da família real para o Brasil.
Como diz minha professora de história (beijos, prô!), a História mundial não seria a mesma se Napoleão Bonaparte não tivesse existisse, incluindo a do Brasil. Com a ameaça invasão e ocupação de território português pelas forças francesas, o rei de Portugal, Dom João, viu-se obrigado a fugir para sua colônia mais rica para salvar a riqueza de seu país, sua família real e a si mesmo, deixando para trás todo o povo português. Nunca antes um rei havia visitados seus territórios ultramarinos. Atitude corajosa de Dom João, não é?
Pois nem tanto... Neste livro, assim como em 1808, serão desmistificadas algumas lendas que foram construídas ao redor de nossa história. Começando com nosso querido Dom João: ao contrário do que algumas pessoas pensam, o rei foi o maior “banana” que passou pelo nosso país. Tinha um incontrolável medo de trovões (quando havia tempestades, ele permanecia em seu quarto rezando com seu roupeiro) e caranguejos, odiava banhos, era desleixado, sujo, feio, gordo, desconfiado, inseguro, covarde, desacreditado, apagado, depressivo e sua opinião não teria a menor importância. Chegou ao poder por acaso, depois que sua mãe, a famosa rainha Maria louca I, enlouqueceu e seu irmão mais velho morreu de varíola, porém só foi coroado oito anos após chegar ao Rio de Janeiro. Entretanto, não vamos perder o foco: o livro.
Se a família real nunca tivesse fugido de Portugal, Dom Pedro não teria chegado ao Brasil e a independência não teria acontecido em 1822. Porém, a ideia da família real sair de Portugal já era antiga e o ataque da França foi só um pretexto para colocar o plano em prática. Em um dia nublado, Lisboa acordou com seu porto em grande movimento: era a corte que partia às pressas, levando tudo o que podia. Tudo o que os lisbonenses puderam fazer foi assistir. Entretanto, se todos tivessem permanecido em Portugal para receber o ataque, a vitória portuguesa seria certa: o exército francês era comandado por um homem fraco e seus soldados estavam exaustos, sem condições de lutar.
E depois de uma longa travessia pelo oceano Atlântico, com surto de piolhos, barcos perdidos e uma calmaria que atrasaria a viagem em meses, finalmente um rei pisa em terras americanas. Foi uma surpresa para os brasileiros verem as suas majestades: não por que eles não esperassem a chegada, mas a aparência tão comum e simples daqueles exaustos viajantes decepcionou a muitos que os viam como divindades.
A partir de então, Dom João passa a governar no Brasil (que não se chamava assim, claro). Ele e toda a sua corte passam a desfrutar da colônia, que em breve ficaria endividada e pobre – o que, consequentemente, se tornaria um problema mais adiante, na época da Independência.
Primeiro livro de Laurentino Gomes, resultado de dez anos de pesquisa a partir de uma reportagem não publicada da revista Veja, 1808 é “teoricamente” um resumo de mais de 150 livros consultados pelo autor (como é possível ler logo no inicio do livro). Sou suspeita para elogiá-lo, pois se tornou um de meus autores favoritos, porém, como eu sou bem chata, tenho que fazer uma crítica: repetição de informação. Neste livro, houve uma série de informações dadas inúmeras vezes, o que pode se tornar bem irritante e dispersante. Sem contar que eu já não sou muito chegada a livros históricos e demoro mais do que o normal para termina-los, imagine livros que repetem as mesmas coisas. Os livros de Laurentino Gomes foram um dos poucos deste gênero que eu consegui terminar de ler por interesse e não por obrigação (tenho uma regra: se comecei um livro, vou terminá-lo, não importa que seja maçante). Os livros são ótimos, não estou dizendo o contrário, porém 1808 tornou-se cansativo em determinado momento. É preciso um pouco de tempo e disposição, além de uma mente bem focada que não se dispersa com facilidade (tudo o que a minha mente não é). A leitura vale muito a pena, o contexto histórico é perfeito, sem furos ou dúvidas no ar e a bagagem cultural adquirida... Maravilhoso. Como também dito na postagem de 1822, há rumores de que o autor esteja trabalhando no livro 1889, ano da República. Estou aguardando ansiosamente.

P.S.: será que ele pretende escrever sobre a Ditadura? Minha época da história brasileira favorita, considero a mais interessante. 

sábado, 4 de agosto de 2012

Lua Nova, de Stephenie Meyer


Título Original:
New Moon
Autor(a):
Stephenie Meyer
Origem:
EUA
Tradução:
Ryta Vinagre
Editora:
Intrínseca
Ano:
2006



Aproveitando o último “barraco” envolvendo os protagonistas da saga Crepúsculo e que a conclusão da saga estreará em breve nos cinemas, por que não falar de algum livro? Mesmo que todos já estejam carecas de saber sobre o que a história conta, acho que é minha obrigação comentar sobre o livro que marca meu tempo recorde de leitura (exatas 24 horas). Quero então pedir desculpa aos meus professores, que estavam desesperados por colocar algo na cabeça de todo mundo às vésperas das provas trimestrais enquanto eu lia Lua Nova como se nada mais existisse no mundo (porém existe gente pior, que faz a mesma coisa todo dia, porém, ao invés de um livro, é o Twitter, SMS ou Facebook no celular). Uma tremenda falta de respeito, admito, mas era a minha fase “família-crepúsculo”. Não havia como evitar (u.u).
Bella Swan mora agora com seu pai, Charles, na minúscula cidade de Forks para ficar perto de seu amor, Edward Cullen, um vampiro lindo, rico, romântico e magnífico que brilha ao sol. Bella esta obcecada por se tornar uma vampira, porém Edward recusa-se a transformá-la, avisando-a sobre o monstro que ela pode se tornar. E, como visto no livro anterior, até mesmo a proximidade dos dois é perigosa...
Isto fica mais visível no aniversário de Bella, comemorado na casa dos Cullen. Quando abria um pacote, Bella se corta com uma fita e uma única gota de sangue aparece, o suficiente para despertar o vampiro maligno que existe em Jasper, o mais incontrolável dos filhos adotivos do Sr. E da Sra. Cullen. Para protegê-la, Edward mongo a arremessa metros longe, o que a faz se chocar contra uma mesa de vidro e se cortar ainda mais. Todo aquele sangue estimulará a sede dos vampiros e quase há um ataque. Graças ao Sr. Cullen, o perfeito médico controlado, todos se acalmam, porém predomina o clima chato sobre eles. Eis que Edward toma sua decisão crucial.
Decidido a proteger o amor de sua vida, Edward abandona Bella, assim como todos os outros Cullen, jogando-a na amargura e solidão. Com seu coração partido, Bella vira um “zumbi” que não vê o tempo passar, tem pesadelos sobre seu abandono todas as noites e não vê mais nenhuma razão para sua existência...
... Até que surge Jacob, seu sarado melhor amigo. Com ele, Bella sente que o buraco em seu peito incomoda menos e ela consegue ficar feliz pelo menos por algum tempo...
...Porém, Jacob também se afasta repentinamente. Isto aumentará ainda mais sua mágoa, porém Bella não desiste dele e vai investigar esta história. Ela descobrirá então, através de uma velha lenda sobre a rivalidade entre os Cullen e os quileutes, que Jacob é um lobisomem que se depila. Mesmo com esta esquisitice toda, Bella não foge de Jacob, apenas se aproxima ainda mais, o que alimenta a paixão secreta que o lobisomem sente.
Mas o que ela sente por Edward ainda está lá, o que cria uma barreira para Jacob. Claro que Jacob não desiste, o que criará um triângulo amoroso. Bella precisa escolher o amor que a abandonou e o melhor amigo.
Bem... Vendo agora, a história não é lá grande coisa. Não sei por que fiquei tão paranoica quando ganhei estes livros. Crepúsculo nada mais é do que um livro para ser vendido. Por ser uma história tão atraente para adolescente, era óbvio que venderia como água no deserto. Se Stephenie Meyer tivesse um pouco da ousadia de J.K. Rowling ou, exagerando muito, de Jane Austen, a história seria melhor. Sei que muitas(os) ficarão revoltadíssimos com esta crítica, porém sejamos francos: a história é bem fraquinha... o que não me impediu de ler em único dia hehe 

domingo, 22 de julho de 2012

O Hobbit, de J.R.R.Tolkien

Título Original:
The Hobbit
Autor(a):
J.R.R. Tolkien
Origem:
Grã-Bretanha
Tradução:
Lenita Maria Rimoli Esteves
Editora:
WMF Martins Fontes
Ano:
1937



A Colina abrigava um clã de hobbits muito respeitado e rico: os Bolseiros, que nunca tiveram uma aventura sequer. Já do outro lado do rio Água, aos pés da Colina, morava os Tûk que, apesar de serem incomparavelmente mais ricos que os Bolseiros, não eram tão respeitáveis, já que alguns de seus membros aventuravam-se pelo mundo (inaceitável).
Esta duas famílias unir-se-ão através de Bungo Bolseiro e Beladona Tûk, que terão um único filho, Bilbo. Aparentemente, este último é uma cópia idêntica de seu pai – no jeito de ser e agir – até ver-se metido em uma incrível aventura graças à Gandalf. “Gandalf! Se vocês tivessem ouvido apenas um quarto do que eu ouvi a respeito dele, e eu ouvi só um pouco de tudo o que existe para ouvir, estariam preparados para qualquer tipo de história surpreendente. Histórias e aventuras brotavam por todo lado, aonde quer que ele fosse, da maneira mais extraordinária.” Só por este trecho do livro (pág. 3) já podemos ver que a pacata vida do Sr. Bolseiro vai mudar completamente e, apesar de perder o respeito de seus vizinhos, Bilbo ganhara algo que será de suma importância para sua vida.
Bilbo descansava na frente de sua toca quando subitamente surge Gandalf e, graças à um “bom dia” sincero, Bilbo Bolseiro meteu-se na aventura do mago. No dia seguinte à visita de Gandalf, “uma hora antes do chá”, bate à porta de Bilbo um anão. Obviamente que Bilbo fica chocado com o aparecimento, afinal ele não era esperado. Mas enquanto pensava a respeito, eis que bate à sua porta mais um anão... E depois outro... E depois outro... Até que finalmente Bilbo vê que terá a companhia de catorze anões para o chá. E Gandalf, que resolveu aparecer com a última leva de pequenos homens que surgiu na toca do Sr. Bolseiro.
Depois de todos tomarem chá ou cerveja e comerem os bolos do Sr. Bolseiro, revelou-se a natureza da aventura: há muito tempo atrás, os anões moravam na Montanha, um lugar tranquilo e muito, muito rico. E talvez por ser muito poderoso, o local atraiu o dragão Smaug e, como todos sabem, os dragões são seres ambiciosos e avarentos. Smaug expulsou todos os anões e pilhou a Montanha, transformando-a em seu covil. Agora, Thorin, à quem a Montanha e suas riquezas pertenciam por direito, está determinado a matar o dragão e recuperar sua fortuna.
Mas para isso, os anões precisam de um ladrão e para este posto foi escalado nosso caríssimo Sr. Bolseiro, desesperando-o ao extremo: o que um pacato hobbit pode saber sobre ladrões e aventuras?
Porém, não há como voltar atrás: Bilbo parte com os anões e Gandalf para além do que ele julgava ser capaz de ir. O que Bilbo não sabe é que seu lado Tûk fica mais presente do que seu lado Bolseiro, livrando-o de grandes encrencas e ganhando o respeito dos anões (que inicialmente não colocavam muita fé em Bilbo). Além do que, Bilbo encontrará em sua jornada um pequeno objeto aparentemente insignificante que o ajudará e muito a “lutar” contra o cruel Smaug...
Eu sou bem suspeita para elogiar J.R.R. Tolkien, para mim é tudo maravilhoso... E surreal. Gostaria de saber o que havia na água que Tolkien tomava! Na água dele, do C.S. Lewis, do George R.R. Martin, da J.K. Rowling... Não entendo como uma mente seja capaz de imaginar tudo o que eles conseguiram criar! E como aspirante à escritora, tenho que admitir minha eterna inveja por todos estes escritores, em especial Tolkien que é o mais aclamado (e venerado). O que me dói é saber que ele já nos deixou e agora escreve história para São Pedro (ok, esta piada foi horrível)... Temos agora que nos contentar com os livros e rascunhos que ele nos deixou e os filmes que foram baseados em sua obra.
E aproveitando que estamos falando deste livro, aproveito para lembrar à todos que temos um encontro marcado no cinema em dezembro, data da estreia do filme “O Hobbit”. Será que Gandalf será representado novamente por Ian McKellen (que fez o mesmo papel na trilogia “O Senhor dos Anéis”)? Acredito que sim, não consigo ver alguém diferente como Gandalf...

terça-feira, 17 de julho de 2012

Selinho, selinho!

Olá, meus queridos leitores!

Parece que o "Abrindo os livros..." está agradando: ganhei um selinho do blog super lindo e fofo Estante de Livros da Marie - Vampi !!! Estou sempre dando uma olhadinha no blog e adoro o que ela publica (ainda mais alguns trechos de Jogos Vorazes, que eu pretendo ler muito em breve).

Olhe aqui que fofo:


Há algumas regras que devem ser seguidas:

1. LINKAR O BLOG DE QUEM VOCÊ GANHOU

2. DIVULGAR ESTE SELINHO
É o que estou fazendo, né? hahahahahahaha

3. COLOCAR O SELO NO BLOG
Ok!

4. ESCOLHER DEZ BLOGS PARA PRESENTEAR
Apaixonada por Papel
Coisas de Meninas
Leitora It
Leitura com Cappuccino
Lost Girly Girl
Loucosss por LIVROS e FILMES
Manuscrito de Cabeceira
Na trilha dos livros
O Clube da Meia-Noite
Um Bestseller pra Chamar de Meu

Espero que todos gostem!!

xoxo

Bibi

domingo, 15 de julho de 2012

Orgulho e Preconceito, de Jane Austen


Capa "Orgulho e Preconceito"
Título Original:
Pride and Prejudice
Autor(a):
Jane Austen
Origem:
Grã-Bretanha
Tradução:
Clina Portocarrero
Editora:
L&PM
Ano:
1813
“É verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro em posse de boa fortuna deve estar necessitado de esposa.”
É com essas palavras que Jane Austen inicia Orgulho e preconceito, conduzindo o leitor diretamente ao lar dos Bennet, família com não menos que cinco noivas em potencial: Jane, Elizabeth, Mary, Kitty e Lydia. Quando o sr. Bingley e o sr. Darcy, dois jovens distintos, chegam a Hert­fordshire, todas ficam em alerta: eles são solteiros, bonitos e, claro, donos de uma boa fortuna. O que poderia ser uma típica história de amor é, nas mãos de uma das escritoras de língua inglesa mais difundidas pelo mundo, um espetáculo de grandes personagens e diálogos sagazes, com um timing perfeito para a ironia.
Jane Austen desafiou as convenções sociais ao criticá-las pelas entrelinhas, pontuando seus livros com toques de humor que só uma observadora perspicaz e uma brilhante escritora poderia unir. Suas histórias, passadas na Inglaterra da virada do século XVIII para o XIX, falam para os leitores de todas as épocas. Segundo o crítico Harold Bloom, os livros de Jane Austen passarão para a posteridade juntamente com os clássicos de William Shakespea­re e de Charles Dickens.
(texto retirado da contracapa)

A casa dos Bennet está em grave alvoroço: através da boa e velha fofoca, sabe-se que Netherfield Park, uma belíssima mansão, foi alugada por um distinto rapaz solteiro... E rico afinal, ele alugou uma mansão. As cinco filhas do Sr. Bennet veem na chegada do rapaz a oportunidade de casar-se com o homem ideal, por isso, precisam usar todos os seus dotes atrativos femininos para conquistar um pedido de casamento.
As cinco moças são Jane – a irmã mais velha, a mais bonita, um doce de pessoa, que nunca vê defeitos nas pessoas o que faz dela uma sonsa -, Mary – a terceira irmã, uma menina empenhada e sedenta por aprender mas que não consegue adquirir habilidades em nada -, Kitty – a quarta irmã, alegre e inocente influenciável -, Lydia – a mais nova, amante de festas e muito espontânea espontânea até demais, chegando quase à petulância - e a nossa protagonista Elizabeth – a segunda irmã, inteligente, feminista, audaciosa e que julga os outros antes mesmo de conhecê-los.
As cinco, junto com sua mãe – um exemplo da mulher da sociedade fofoqueira, limitada, que só quer ver as filhas casadas e nada além - e seu pai, vão a um baile a convite da família Lucas, grande amigos dos Bennet (tanto que a melhor amiga de Elizabeth é Charlotte Lucas), onde também foi convidado o recém-chegado rapaz distinto, o Sr. Blingley. Ele vem acompanhado de suas irmãs, de seu cunhado e de seu melhor amigo, o Sr. Darcy. Durante o baile, Elizabeth analisará os três intrusos e tirará suas conclusões: o Sr. Bingley é um rapaz muito educado e alegre, educado e gentil. A Srta. Bingley é uma bela jovem altiva e elegante, assim como sua irmã casada, a Sra. Hurst. O marido desta última não tinha nada em especial, um cavaleiro bem comum, o contrário do belíssimo Sr. Darcy, de traços nobres e mais rico que seu amigo. Obviamente que um cavaleiro tão qualificado quanto esse imediatamente chamou a atenção de toda a cidade. Porém, durante o baile, Sr. Darcy mostra-se tão orgulhoso e arrogante que conquista a antipatia de todos. 
Este baile será o marco para desenrolar de toda a história. Jane e Sr. Bingley parecem se apaixonar um pelo outro e Elizabeth e Sr. Darcy parecem se desprezar intensamente. Porém, com a chegada de oficiais à cidade e mais especificamente à chegada de Sr. Wickham, Elizabeth terá conhecimento de outro lado do Sr. Darcy, pior do que ela pensava, que só agravará sua aversão pelo homem. Entretanto, como o próprio nome do livro descreve, esta será uma relação de Orgulho e Preconceito: será que Elizabeth não está tirando conclusões precitadas do Sr. Darcy? E este último não está colocando seu orgulho aristocrata acima de seus sentimentos? 
Para quem já leu este maravilhoso livro Jane Austen, entendeu por que coloquei tantas frases sublinhadas. Esta história critica a sociedade de sua época nas entrelinhas, como se sua opinião estivesse escrita, porém riscada para que ninguém entendesse. A história de amor e ódio entre Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy é como uma cortina sobre o palco: esconde o que tem por trás. Talvez este seja um dos fatores que imortalizou “Orgulho e Preconceito” e que levou este livro aos meus tops. Mas também não podemos deixar de falar sobre o romance, tão célebre! Diferente dos clichês melosos, a história envolve mais do que apenas amor: envolve o ódio, o desprezo, o orgulho e as consequências de um amor que não será tão bem aceito pelos outros. Mas, claro tudo isso sempre com humor, ironia e críticas subentendidas sempre bem descritos e detalhados... 
Agora, garotas, convenhamos: quem não gostaria de encontrar um Sr. Darcy? *-* 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K.Rowling

Capa "Harry Potter e a Pedra Filosofal"

Título Original:
Harry Potter and the Philosopher's Stone
Autor(a):
J.R. Rowling
Origem:
Grã-Bretanha
Tradução:
Lia Wyler
Editora:
Rocco
Ano:
1997


Harry Potter é um garoto comum que vive num armário debaixo da escada da casa de seus tios. Sua vida muda quando ele é resgatado por uma coruja e levado para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá ele descobre tudo sobre a misteriosa morte de seus pais, aprende a jogar quadribol e enfrenta, num duelo, o cruel Lord Voldemort.
Com inteligência e criatividade, J. K. Rowling criou um clássico de nossos tempos. Uma obra que reúne fantasia e suspense num universo original atraente para crianças, adolescentes e adultos.

Enfim, férias! Depois de um longo e rigoroso semestre, afinal chegou o meu merecido descanso. E convenhamos: parecia que nunca mais acabariam as aulas... Principalmente depois do fiasco que foi a semana cultural da minha sala (semana cultural é a razão da existência das salas do ensino médio da minha escola: são uma série de atividades teatrais e apresentações que as classes devem preparar para mostrar aos professores que darão notas e a classe vencedora ganha... Bem, não ganha um prêmio, mas a graça está em avacalhar com os perdedores. Infelizmente, minha classe perdeu... Mesmo eu não ficando muito surpresa, diga-se de passagem, mas fiquei chateada. Agora é aguentar a classe vencedora tirando uma da nossa cara). Foi um período realmente estressante, tanto que eu nem consegui publicar no blog... Mas agora prometo voltar com força (kkkkk).
E falando em escola, que tal comentarmos hoje sobre a escola mais famosa e especial que existe na literatura fantástica? Sim, meus caros, Hogwarts, a escola de magia e bruxaria. E assumam: todos sonham com o dia em que uma coruja pouse em sua janela trazendo a carta de convocação (rsss). Se eu entrasse nesta escola, me recusaria a sair de férias.
Hogwarts será o verdadeiro lar de Harry Potter, um menino magrelo de óculos aparentemente comum e sem graça que na verdade é a esperança de todo mundo bruxo para livrar-se de um grande vilão, Lord Voldemort. Este último matou os pais de Harry graças a uma profecia - que somente será esclarecida nos próximos livros – e o menino passa a morar com seus irritantes tios sem saber que na verdade é um bruxo...
... até que, com 11 anos de idade, coisas estranhas começam a acontecer com Harry. Mas o que realmente vai virar sua vida de cabeça para baixo são corujas que carregam cartas. Sim! “Corujas-carteiras”! As aves tentam por sucessivas e fracassadas vezes entrega cartas ao Harry, mas seu tio impede que isto aconteça, mudando a família para um local bem afastado do resto da civilização. O que eles não esperavam, entretanto, seria o aparecimento de uma adorável criatura, Hagrid, um homem tão grande quanto sua bondade (apesar de colocar um rabo de porco no primo de Harry, muito merecidamente). Hagrid explica a Harry que o menino é um famoso bruxo que é convocado a entrar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
No caminho para se preparar para seu ingresso na escola, Hagrid explicará muitas coisas para Harry, entre elas sobre seus pais e sobre o mundo bruxo, e como presente de aniversário, Hagrid lhe dá uma coruja que se tornará sua companheira pelos anos que se seguirão, Edwiges.
Mas muitas coisas são misteriosas ainda para Harry, como o misterioso objeto que Hagrid pega em um vazio cofre do banco... O que Harry não sabe é que este objeto tornará seu primeiro ano na escola muito turbulento e anormal... Como se uma escola de bruxos já não fosse o suficiente. Neste ano, Harry conhecerá seus melhores amigos que o acompanharão por toda a sua vida: Ronald Weasley, ou somente Rony, seu amigo fiel e companheiro para todas as horas – menos quando aparecem aranhas, que são seu pesadelo – e Hermione Granger, inteligente sem igual, mas muito prepotente. Juntos, os três prometem mudar Hogwarts e todos que vivem nela... E a vida de seus leitores... 
Para qualquer um que leu Harry Potter e a pedra filosofal, primeiro volume da saga, mesmo que não tenha gostado (o que eu acho um pouco difícil), sua vida sofreu uma drástica mudança. Desconfio que muita gente já pegou algum graveto escondida da sociedade e disseram algum feitiço (eu pessoalmente adoro lançar um Avada Kedavra de vez em quando). A verdade é que J.K. Rowling foi brilhante em sua criação! Apesar do livro não entrar para os meus tops (porque faltou algo na história para me envolver totalmente), os livros são admiráveis. Já ouvi muitas criticas negativas por ai a respeito da história, mas todos devem concordar que a escritora merece um pouco de respeito pela sua criatividade e por sua obra ter atingido tantos pessoas pelo mundo inteiro com esta magnitude. Aplausos para J.K. Rowling!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Ops!

Olá, meus caros leitores! Eu não me esqueci de vocês! Infelizmente está um pouco difícil voltar a escrever postagens... Mas agora que estou de férias, prometo voltar com o tempo... Aguardem.

Bibi

segunda-feira, 18 de junho de 2012

No dia 18 de junho de 1996...

...Eu nasci!!!

Sim meus caros leitores: hoje é meu aniversário! Na verdade, eu só vim aqui dizer porque sou uma tremenda de uma folgada sem-vergonha e quero um "parabens" de todos vocês (u.u) kkkkkkkk
Não... Estou brincando...
Só quero compartilhar este momento com vocês, tão queridos para mim!

Agora um rápida ficha médica:
Nasci de cesariana às 17h47min, com 3,45 kg e 48 cm.

Gordinha não? kkkkk Ainda acho que eu parecia o "Baby" da Família Dinossauro! kkkkk


Bem... Passou o tempo e agora eu completo 16 anos!

Obrigada a todos que fizeram parte! E que continuemos juntos por muitos outros aniversários!!!


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Eldest, Christopher Paolini


Capa "Eldest"
Título Original:
Eldest
Autor(a):
Christopher Paolini
Origem:
EUA
Tradução:
Heitor Pitombo
Editora:
Rocco
Ano:
2004



Ah... Dragões! Se tem algo que eu amo de paixão são estas criaturas místicas e poderosas... Portanto, nem preciso dizer que eu piro nestes livros não é? Entretanto, esta saga não entra em meus tops porque acho que o autor não estava “maduro” o suficiente para escrever um Best-seller magnânimo e digno de dizer que ele está entre os melhores livros que eu já li. Apesar de seu claro amadurecimento desde Eragon, Christopher Paolini ainda precisa evoluir muito para entrar no meu rank (desculpem os fãs assíduos do autor, mas eu sou bem exigente). Mas eu não quero dizer que odiei a história. Muito pelo contrário: amei! Estou ansiosa pelo último livro, que está previsto para o segundo semestre deste ano (aguenta coração!). Apesar de ter ouvidos alguns rumores que o final deixou a desejar, tenho que lê-lo para ter minha opinião...
Eragon acaba de sair de uma guerra infernal onde foi ferido gravemente... Mas com uma vitória espetacular: após matar o espectro Durza (medo dele), nosso herói-juvenil recebe o carinhoso apelido de Eragon Matador de Espectros. Apesar de ter recebido uma pequena ajuda das nojentinhas Saphira (seu dragão) e Arya (seu amor secreto não tão secreto assim), digamos que o mérito ficou apenas com o Cavaleiro. Ele agora partirá junto com as duas e seu amigo anão Orik para Ellesmerá, a capital dos elfos, para continuar seu treinamento como cavaleiro. Em sua nova parada, Eragon descobrirá algo inesperado: ainda há um dragão e seu cavaleiro vivos.
Uma pausa rápida: lembro nitidamente que eu estava tomando leite com groselha nesta parte do livro... E lembro nitidamente que eu cuspi tudo quando li “e apareceu um dragão dourado com seu cavaleiro” (ou algo do tipo). Meu choque foi tanto que precisei reler o capítulo para ter certeza que não estava ficando louca. E para minha curiosidade dolorosa ficar completa, o capítulo seguinte parte para outro lugar.
Entretanto, minha dor foi apaziguada ao ler sobre Roran, o primo gatinho de Eragon. Se você, que leu Eragon, não faz a menor ideia de quem era ele, um rápido Flashback: Roran era quase um irmão para Eragon, porém resolveu partir da fazenda para tentar uma vida melhor, já que queria se casar com a bela Katrina. Agora, Roran volta para Carvahall e descobre que seu pai foi morto e seu primo fugiu. É possível notar um grande ressentimento da parte de Roran para com Eragon, mas o rapaz tem bom coração, por isso não se deixa entregar ao ódio. Além do que, Roran tem outras preocupações: os Za’Rac, uns monstros canibais bem assustadores, descobrem sua ligação com Eragon e pretendem raptá-lo. Ele até tenta se esconder, mas o pai de Katrina, que o odeia, acaba entregando-o. Mas não se desespere: ele não foi sequestrado. Em seu lugar, foi levada Katrina (ok, agora pode se desesperar).  Roran decide então partir de Carvahall junto com todos os moradores para procurar pelos Varden... E mostra que nasceu para liderar.
Tenho que admitir que fiquei surpresa com Roran, acho que ele representa o verdadeiro amadurecimento do autor. O modo como leva a todos até os Varden mostra que ele é digno de ser um Cavaleiro de Dragão. Merecia um ovo!
Mas voltamos agora para Eragon e seu novo professor, Oromis. Ele é um velhinho muito simpático, diga-se de passagem, e um verdadeiro guerreiro. Apesar de sua enfermidade, ele mostra ser um excepcional cavaleiro. Oromis torna-se o mestre de Eragon e o ensinará a controlar melhor seus poderes de Cavaleiro.
Já o dragão Glaedr, eu não simpatizei muito com ele... Um pouco arrogante, talvez pela convivência com os elfos. Apesar dele não parecer muito, já que a maior parte do tempo em que Eragon treinava, ele e Saphira saiam voando por ai, nos momentos em que ele surgia, mostrava ter um focinho muito empinado...
E houve um momento que eu não entendi muito bem: rolou um clima entre ele e Saphira? Apesar de, no livro, ela dizer que eles eram os últimos dragões e precisavam salvar a espécie (momento tensão), o que queria dizer que ela não sentia nada muito profundo por ele, somente o sentimento de obrigação, ainda assim não conseguia deixar de imaginar os dois como um casalzinho feliz... Acho que foi só impressão...  E, bem, como eu não sou fã da Saphira, não posso deixar de comentar o quanto eu ri quando li sobre o fora que Glaedr deu nela... Aquelas patadas (literalmente) foram boas para ela, assim ela aprende que não é a melhor coisa que já aconteceu em Alagaësia.  
Falando em lado emocional, vejamos a relação entre Eragon e Arya, sendo que esta última é de uma indecisão irritante. Até agora eu não entendo se ela quer ou não ficar com Eragon. Preciso que ela se decida logo, pois esta do “vou não vou” está me irritando profundamente.
Chegamos à conclusão: alguns outros personagens aparecem na trama e ganham seu destaque como Nasuada, a nova líder dos Varden. Mulher decidida, forte, batalhadora, que mostra que chegou para ficar. Ela é uma das minhas personagens favoritas. E apesar de toda a sua obrigação para com o seu grupo, ela não deixa de expressar seus sentimentos... E é claro que eu estou me referindo ao Murtagh (lindo maravilhoso!). É bem óbvio que ela está apaixonada por ele... E mais óbvio ainda que ele a corresponde (só o clima que rolou no livro, já dá para saber).
E não se preocupem, público feminino, não me esqueci de falar sobre Murtagh. Na verdade, algo terrível acontece com ele logo no ínicio do livro: ele é sequestrado pelos Urgals logo após o assassinato de Ajihad e... Não vou contar o que acontece com ele depois (hehehehe). Apenas que Murtagh mostra o quanto seu espírito é forte e resistente: as desgraças que acontecem com ele parecem nunca ter fim!
Outra personagem que ganha espaço é Erva, o bebe abençoado por Eragon e Saphira. Na verdade, Erva foi amaldiçoada pelos dois por um erro na linguagem e agora ela se tornou um escudo contra os sofrimentos das pessoas. Para sua sorte, Erva é acolhida por Nasuada e por Angela, a feiticeira. Erava é uma criança de quatro anos, porém com a mentalidade de uma adulta. Ela me assusta às vezes com sua inteligência e eu a admiro por não ficar bajulando Eragon como todos os outros.
O final do livro é surpreendente! Pensando um pouco agora, era um pouco óbvio, mas foi bem elaborado. Como já disse, Christopher Paolini cresceu muito desde Eragon e continuou em Brisingr, terceiro livro da série. Espero que ele continue assim até Inheritance, a conclusão desta saga.

sábado, 2 de junho de 2012

O garoto no convés, de John Boyne

Capa "O garoto no convés"
Título Original:
Mutiny on the Bounty
Autor(a):
John Boyne
Origem:
Irlanda
Tradução:
Luiz A. de Araújo
Editora:
Companhia das Letras
Ano:
2008


Aos catorze anos de idade, o órfão John Jacob Turnstile perambula pelas ruas de Portsmouth, no sul da Inglaterra, cometendo pequenos furtos. Dois dias antes do Natal de 1787, porém, o que tem início como apenas mais uma delinquência resulta numa série de acontecimentos que mudarão sua vida para sempre. Para escapar da prisão, embarca às pressas num navio da marinha inglesa na função de criado do capitão. Seu plano é fugir na primeira oportunidade, mas o que o aguarda é uma aventura de proporções épicas, na qual não faltarão conflitos entre os membros da tripulação, tempestades, portos exóticos, ilhas paradisíacas e um motim que acabaria por se tornar o mais famoso na história naval.



Primeiramente, quero pedir desculpas aos meus leitores por não postar com tanta frequência quanto gostaria. Ultimamente, as coisas andam bem corridas e estressantes e, até julho, as coisas pretendem piorar. Vou fazer uma postagem bem rápida sobre um livro muito legal, “O garoto no convés”.
John Jacob Turnstile é um órfão de 14 anos que mora em um orfanato e comete pequenos furtos pelo sul da Inglaterra. Entretanto sua vida muda radicalmente (como deve acontecer para o livro render). Uns poucos dias antes do Natal, John pretendia roubar um fidalgo que sempre aparecia em um mercado nas redondezas em que o menino praticava seus crimes quando ele (o fidalgo) chama Turnstile para conversar. Esta conversa revelará um pouco do nosso protagonista, que ele não é um moleque estúpido de rua ou um ignorante. Na verdade, deste dialogo podemos até dizer que Turnstile é ambicioso e “culto”.
Porém, quando fidalgo estava prestes a ir embora, Turnstile reparou que de seu bolso pendia um relógio de ouro. Por um impulso, o menino tentou roubar o objeto, mas foi pego em flagrante por um policial e quase foi massacrado pela população à sua volta que vira o ato. Ele então é preso e levado à um juiz, que o condena a doze meses de cárcere.
Entretanto, logo depois de anunciada a sentença, eis que reaparece o fidalgo fazendo uma proposta à Turnstile: ele poderia se livrar de sua prisão caso aceitasse tronar-se criado do capitão de um navio que partiria naquele mesmo dia. Sem pestanejar, ele aceita e parte para a aventura que mudaria seu destino.
Turntile embarca então no Bounty e lá conhecerá todo tipo de pessoa: desde o “fuinha” Sr. Samuel até o sentimental capitão William Bligh. Este último é uma curiosa figura no livro... Bem, eu não tenho lá muitas informações sobre aquele que seria o motim mais famoso da história, mas até onde eu sabia, o capitão era um ser muito cruel e insensível, que desprezava “Deus e o mundo”. Mas, no livro, ele se mostra bondoso como um avô até mesmo com Turnstile, que se mostra um frouxo assim que entra no navio: desacostumado com o mar, o menino fica muito doente, porém o bom capitão cuida de sua saúde até que ele consiga finalmente se levantar e cumprir com suas obrigações.
Bem! Turnstile está em alto mar e terá problemas com os outros marinheiros... Aparentemente, seu jeito um pouco impertinente não os agradou muito. Mas com o tempo, ele vai ganhando o afeto de uns aqui e outros ali, mesmo que quase ninguém admita. O destino do navio é uma pequena ilha no Pacífico e, durante toda a viagem, grandes confrontos e confusões aguardam nosso pequeno protagonista.
Mas como já sabemos, um motim será organizado contra nosso “vovô” Bligh. Turnstile estará bem no meio do fogo cruzado contando em primeira pessoa como tudo começou e como terminou. O mais surpreendente é o final dele, o que eu achei levemente fantasioso, entretanto era o esperado. O autor, John Boyne, surpreende principalmente pela escolha do seu tema e o desenvolvimento da história. Apesar de sair completamente da realidade, a história é bem empolgante e até mesmo engraçada. Turnstile amadurecerá muito desde o momento em que entra do Bought até o fim de sua viagem e admito: conquistará meu coração adolescente (rs).

P.S.: tenho que dizer que odiei esta resenha. Não escrevi como gostaria, mas como já disse, as coisas estão um pouco complicadas por aqui. Porém, em respeito a quem lê meu blog e com vontade de mantê-lo firme, escrevi mesmo assim. O livro realmente é bom, vale a pena! Beijos da Bibi! ^^ 
P.S.2: esta postagem é em homenagem ao meu amigo Luiz que me emprestou o livro. Muito obrigada Luiz! Adorei! 
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