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quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Eclipse, de Stephenie Meyer

Título Original:
Eclipse
Autor(a):
Stephenie Meyer
Origem:
EUA
Tradução:
Ryta Vinagre
Editora:
Intrínseca
Ano de publicação:
2007


Com a estreia de Amanhecer parte 2 nos cinemas, decidi falar hoje sobre Eclipse, o terceiro volume da saga que, em minha opinião, foi o mais... “Chatinho” dos quatro. Ele é o rocambole (enrola, enrola, enrola, e vai parar no mesmo lugar) e poderia muito bem ter sido descartado. A história é basicamente a indecisão de Bella entre Edward e Jacob. Mas acho que ofendo gravemente as fãs da saga ao dizer isso... Por isso, vamos ao livro.
Relembrando os últimos acontecimentos, em Lua Nova, depois de um aniversário desastroso na casa dos Cullen, Bella é abandonada por Edward, o que cria um “buraco” profundo e aparentemente irreparável em seu coração. Porém, ela descobre que em momentos de forte adrenalina, a voz do vampiro soa nitidamente em sua cabeça. Ávida por sentir este pedaço de seu amor, Bella tenta conseguir novos momentos perigosos e acaba se aproximando de seu amigo de infância Jacob. Porém até mesmo ele acaba por se afastar e Bella descobre que ele é, na verdade, um lobisomem – eternos inimigos dos vampiros. Um “clima” rola entre os dois, mas alguns contratempos fazem Bella e Edward se reencontrarem e voltarem a ficar juntos.
Jacob fica arrasado e afastasse de Bella. Ao mesmo tempo, uma onda de assassinatos provoca pânico em uma cidade vizinha. O que Bella e Edward não desconfiam é que estes assassinatos são obra de uma antiga inimiga procurando vingança. Uma guerra começa a se formar no horizonte e algumas barreiras precisam ser ultrapassadas.
Quem se destaca muito neste livro são Jasper e Rosalie. Ambos terão suas vidas mortais reveladas, as histórias antes de se tornarem vampiros. E, convenhamos, são os dois passados mais interessantes de toda a família Cullen. Em especial Jasper que, com sua “experiência”, será crucial contra o perigo iminente. E o passado de Rosalie aproximará a fria vampira de Bella (e também será importante no livro seguinte).
Comentando rapidamente sobre o filme e usando as palavras de um crítico, “o filme começa na campina e termina na campina, ou seja, é uma tremenda de uma enrolação” (não faço a menor ideia de quem seja, porque o vi em uma reportagem na TV Cultura, mas foi uma observação genial). Em comparação ao livro, deu uma enriquecida na história, colocando mais cenas de ação, sobre o núcleo do inimigo e ficou bem menos no “água-com-açúcar” do triângulo amoroso. Entretanto, a inexpressividade de Kristen Stewart e a falta de naturalidade de Taylor Lautner me assustam. Não vou criticar Robert Pattinson, porque, além de eu ter um “fraco” desde Cedrico em Harry Potter e o Cálice de Fogo, ele é o menos cruel dos três (tem uma expressividade e um jeito torto de atuar que chega a ser charmoso, mas sou suspeita para elogiá-lo). Claro que ele não está em um nível de dizer que é um ótimo ator, mas sua atuação pode ser considerada agradável. Os efeitos especiais deixaram a desejar e não simpatizei com a trilha sonora.
Entretanto, não sei explicar direito o porquê, mas a Saga Crepúsculo tem algo que atrai a pessoa de uma maneira que chega a viciar. Agora que eu já passei da minha fase de fã, acho uma história fraca... Mas ainda assim, olho no calendário para encontrar um dia vago para ir ao cinema assistir ao desfecho. São livros rápidos, que prendem e (admito) são gostosos de ler. Talvez a resposta esteja na forma rápida e simples de Stephenie Meyer escrever, ou na história de amor, ou no absurdo de uma menina se apaixonar por um vampiro brilhante e por um lobo sem pelos!  O fato é que, apesar de não estar entre os Tops, recomendo este livro para quem quiser um livro quando não tem mais nenhum, mas ainda assim quer uma história diferenciada e que não seja cansativa.
P.S.: falando rapidamente sobre a última nova moda nas livrarias, Cinquenta Tons de Cinza. A autora diz ser fã da Saga Crepúsculo e que se inspirou nela para escrever esta trilogia. Como todos já devem saber, são livros polêmicos pelo seu erotismo. Então, eu me pergunto: onde a Saga Crepúsculo é erótica? 

sábado, 4 de agosto de 2012

Lua Nova, de Stephenie Meyer


Título Original:
New Moon
Autor(a):
Stephenie Meyer
Origem:
EUA
Tradução:
Ryta Vinagre
Editora:
Intrínseca
Ano:
2006



Aproveitando o último “barraco” envolvendo os protagonistas da saga Crepúsculo e que a conclusão da saga estreará em breve nos cinemas, por que não falar de algum livro? Mesmo que todos já estejam carecas de saber sobre o que a história conta, acho que é minha obrigação comentar sobre o livro que marca meu tempo recorde de leitura (exatas 24 horas). Quero então pedir desculpa aos meus professores, que estavam desesperados por colocar algo na cabeça de todo mundo às vésperas das provas trimestrais enquanto eu lia Lua Nova como se nada mais existisse no mundo (porém existe gente pior, que faz a mesma coisa todo dia, porém, ao invés de um livro, é o Twitter, SMS ou Facebook no celular). Uma tremenda falta de respeito, admito, mas era a minha fase “família-crepúsculo”. Não havia como evitar (u.u).
Bella Swan mora agora com seu pai, Charles, na minúscula cidade de Forks para ficar perto de seu amor, Edward Cullen, um vampiro lindo, rico, romântico e magnífico que brilha ao sol. Bella esta obcecada por se tornar uma vampira, porém Edward recusa-se a transformá-la, avisando-a sobre o monstro que ela pode se tornar. E, como visto no livro anterior, até mesmo a proximidade dos dois é perigosa...
Isto fica mais visível no aniversário de Bella, comemorado na casa dos Cullen. Quando abria um pacote, Bella se corta com uma fita e uma única gota de sangue aparece, o suficiente para despertar o vampiro maligno que existe em Jasper, o mais incontrolável dos filhos adotivos do Sr. E da Sra. Cullen. Para protegê-la, Edward mongo a arremessa metros longe, o que a faz se chocar contra uma mesa de vidro e se cortar ainda mais. Todo aquele sangue estimulará a sede dos vampiros e quase há um ataque. Graças ao Sr. Cullen, o perfeito médico controlado, todos se acalmam, porém predomina o clima chato sobre eles. Eis que Edward toma sua decisão crucial.
Decidido a proteger o amor de sua vida, Edward abandona Bella, assim como todos os outros Cullen, jogando-a na amargura e solidão. Com seu coração partido, Bella vira um “zumbi” que não vê o tempo passar, tem pesadelos sobre seu abandono todas as noites e não vê mais nenhuma razão para sua existência...
... Até que surge Jacob, seu sarado melhor amigo. Com ele, Bella sente que o buraco em seu peito incomoda menos e ela consegue ficar feliz pelo menos por algum tempo...
...Porém, Jacob também se afasta repentinamente. Isto aumentará ainda mais sua mágoa, porém Bella não desiste dele e vai investigar esta história. Ela descobrirá então, através de uma velha lenda sobre a rivalidade entre os Cullen e os quileutes, que Jacob é um lobisomem que se depila. Mesmo com esta esquisitice toda, Bella não foge de Jacob, apenas se aproxima ainda mais, o que alimenta a paixão secreta que o lobisomem sente.
Mas o que ela sente por Edward ainda está lá, o que cria uma barreira para Jacob. Claro que Jacob não desiste, o que criará um triângulo amoroso. Bella precisa escolher o amor que a abandonou e o melhor amigo.
Bem... Vendo agora, a história não é lá grande coisa. Não sei por que fiquei tão paranoica quando ganhei estes livros. Crepúsculo nada mais é do que um livro para ser vendido. Por ser uma história tão atraente para adolescente, era óbvio que venderia como água no deserto. Se Stephenie Meyer tivesse um pouco da ousadia de J.K. Rowling ou, exagerando muito, de Jane Austen, a história seria melhor. Sei que muitas(os) ficarão revoltadíssimos com esta crítica, porém sejamos francos: a história é bem fraquinha... o que não me impediu de ler em único dia hehe 

terça-feira, 22 de novembro de 2011

Crepúsculo, de Stephenie Meyer

Foto da capa Crepúsculo.
Exclusivo do blog.
Título Original:
Twilight
Autor:
Stephenie Meyer
Origem:
EUA
Tradução:
Ryta Magalhães Vinagre
Editora:
Intríseca
Ano:
2005

Em homenagem à estreia de Amanhecer parte 1, a postagem de hoje é sobre Crepúsculo.
Quando Isabella Swan decide viver com seu pai Charles na cidade de Forks, perto de Washington, não imaginava que sua vida mudaria da realidade para a fantasia. Seria lá que ela conheceria na pequena escola regional o amor de sua vida, Edward Cullen, um adolescente lindo, misterioso, perfeito, espetacular (tá! Parei...).

Quando Bella entra na escola, é o centro das atenções de todos os alunos, menos de um grupo que se sentava afastado de todos. Através de sua nova amiga Jéssica, ela descobre que se trata de cinco integrantes da família Cullen, os filhos adotivos do médico Carlisle e de sua esposa Esme. São eles: Rosalie, Emmett, Jasper, Alice e Edward. Por algum motivo, Bella fica intrigada sobre o rapaz de cabelos cor de cobre que a olhava com um interessante diferente dos outros.
Os dois acabam sentando lado a lado na aula de biologia e Bella nota que durante a aula, Edward olhava muito ofensivo em sua direção e fazia caretas de quem estava sentindo um cheiro muito desagradável. Irritada com a atitude dele, Bella decide descobrir quem ele é e o porquê a desprezava tanto.
Bem, não será nenhuma surpresa se eu contar que ele é um vampiro, principalmente porque está escrito na contracapa do livro. E nem preciso dizer também que ela se perderá de amores por ele (também, lindo como ele é... tá! Já parei, já parei...). Mas tem uma coisa que não está escrito na contracapa: ele também se apaixonara por ela (Oh!!!).
Bella descobrirá a verdadeira identidade de Edward através de seu amigo de infância Jacob Black, membro da tribo dos quileutes e inimigo declarado dos vampiros. Mas isto é para o próximo volume.
Agora que Bella sabe sobre o vampiro, ambos tentarão quebrar as barreiras construídas entre os dois mundos para viver este romance e devem lutar para que nada os atrapalhe, nem mesmo um simples fato: Bella é humana e mortal. Como o desejo de permanecer eternamente ao lado de quem ama, Bella resolve abrir mão de sua humanidade e juntar-se à Edward no mundo escuro dos vampiros.
“Livro juvenil” é tudo o que posso falar do livro. E como eu sou adolescente, eu gostei, assim como adolescente no mundo inteiro que sonham em encontrar seu vampiro. Agora a moda é encontrar seu vampiro encantado. Príncipe com cavalo branco ficou para trás. Nem preciso dizer que a autora Stephenie Meyer explorou bem a história, deixando bem “romantizada” e adolescente, porque, quando alguma coisa dá certo entre adolescentes, a coisa explode em uma febre assustadora pelo mundo inteiro (e eu fui contagiada). Ah, até eu que sou fã, tenho que dizer que a história é bem fraquinha e “rocambole” (enrola, enrola, mas vai parar no mesmo lugar), mas é... Bonitinha e fofa (e o Edward é incomparável). É um livro bem rápido, para você ler quando não está fazendo nada e quer passar um tempo recluso na própria mente.  
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