terça-feira, 17 de julho de 2012

Selinho, selinho!

Olá, meus queridos leitores!

Parece que o "Abrindo os livros..." está agradando: ganhei um selinho do blog super lindo e fofo Estante de Livros da Marie - Vampi !!! Estou sempre dando uma olhadinha no blog e adoro o que ela publica (ainda mais alguns trechos de Jogos Vorazes, que eu pretendo ler muito em breve).

Olhe aqui que fofo:


Há algumas regras que devem ser seguidas:

1. LINKAR O BLOG DE QUEM VOCÊ GANHOU

2. DIVULGAR ESTE SELINHO
É o que estou fazendo, né? hahahahahahaha

3. COLOCAR O SELO NO BLOG
Ok!

4. ESCOLHER DEZ BLOGS PARA PRESENTEAR
Apaixonada por Papel
Coisas de Meninas
Leitora It
Leitura com Cappuccino
Lost Girly Girl
Loucosss por LIVROS e FILMES
Manuscrito de Cabeceira
Na trilha dos livros
O Clube da Meia-Noite
Um Bestseller pra Chamar de Meu

Espero que todos gostem!!

xoxo

Bibi

domingo, 15 de julho de 2012

Orgulho e Preconceito, de Jane Austen


Capa "Orgulho e Preconceito"
Título Original:
Pride and Prejudice
Autor(a):
Jane Austen
Origem:
Grã-Bretanha
Tradução:
Clina Portocarrero
Editora:
L&PM
Ano:
1813
“É verdade universalmente reconhecida que um homem solteiro em posse de boa fortuna deve estar necessitado de esposa.”
É com essas palavras que Jane Austen inicia Orgulho e preconceito, conduzindo o leitor diretamente ao lar dos Bennet, família com não menos que cinco noivas em potencial: Jane, Elizabeth, Mary, Kitty e Lydia. Quando o sr. Bingley e o sr. Darcy, dois jovens distintos, chegam a Hert­fordshire, todas ficam em alerta: eles são solteiros, bonitos e, claro, donos de uma boa fortuna. O que poderia ser uma típica história de amor é, nas mãos de uma das escritoras de língua inglesa mais difundidas pelo mundo, um espetáculo de grandes personagens e diálogos sagazes, com um timing perfeito para a ironia.
Jane Austen desafiou as convenções sociais ao criticá-las pelas entrelinhas, pontuando seus livros com toques de humor que só uma observadora perspicaz e uma brilhante escritora poderia unir. Suas histórias, passadas na Inglaterra da virada do século XVIII para o XIX, falam para os leitores de todas as épocas. Segundo o crítico Harold Bloom, os livros de Jane Austen passarão para a posteridade juntamente com os clássicos de William Shakespea­re e de Charles Dickens.
(texto retirado da contracapa)

A casa dos Bennet está em grave alvoroço: através da boa e velha fofoca, sabe-se que Netherfield Park, uma belíssima mansão, foi alugada por um distinto rapaz solteiro... E rico afinal, ele alugou uma mansão. As cinco filhas do Sr. Bennet veem na chegada do rapaz a oportunidade de casar-se com o homem ideal, por isso, precisam usar todos os seus dotes atrativos femininos para conquistar um pedido de casamento.
As cinco moças são Jane – a irmã mais velha, a mais bonita, um doce de pessoa, que nunca vê defeitos nas pessoas o que faz dela uma sonsa -, Mary – a terceira irmã, uma menina empenhada e sedenta por aprender mas que não consegue adquirir habilidades em nada -, Kitty – a quarta irmã, alegre e inocente influenciável -, Lydia – a mais nova, amante de festas e muito espontânea espontânea até demais, chegando quase à petulância - e a nossa protagonista Elizabeth – a segunda irmã, inteligente, feminista, audaciosa e que julga os outros antes mesmo de conhecê-los.
As cinco, junto com sua mãe – um exemplo da mulher da sociedade fofoqueira, limitada, que só quer ver as filhas casadas e nada além - e seu pai, vão a um baile a convite da família Lucas, grande amigos dos Bennet (tanto que a melhor amiga de Elizabeth é Charlotte Lucas), onde também foi convidado o recém-chegado rapaz distinto, o Sr. Blingley. Ele vem acompanhado de suas irmãs, de seu cunhado e de seu melhor amigo, o Sr. Darcy. Durante o baile, Elizabeth analisará os três intrusos e tirará suas conclusões: o Sr. Bingley é um rapaz muito educado e alegre, educado e gentil. A Srta. Bingley é uma bela jovem altiva e elegante, assim como sua irmã casada, a Sra. Hurst. O marido desta última não tinha nada em especial, um cavaleiro bem comum, o contrário do belíssimo Sr. Darcy, de traços nobres e mais rico que seu amigo. Obviamente que um cavaleiro tão qualificado quanto esse imediatamente chamou a atenção de toda a cidade. Porém, durante o baile, Sr. Darcy mostra-se tão orgulhoso e arrogante que conquista a antipatia de todos. 
Este baile será o marco para desenrolar de toda a história. Jane e Sr. Bingley parecem se apaixonar um pelo outro e Elizabeth e Sr. Darcy parecem se desprezar intensamente. Porém, com a chegada de oficiais à cidade e mais especificamente à chegada de Sr. Wickham, Elizabeth terá conhecimento de outro lado do Sr. Darcy, pior do que ela pensava, que só agravará sua aversão pelo homem. Entretanto, como o próprio nome do livro descreve, esta será uma relação de Orgulho e Preconceito: será que Elizabeth não está tirando conclusões precitadas do Sr. Darcy? E este último não está colocando seu orgulho aristocrata acima de seus sentimentos? 
Para quem já leu este maravilhoso livro Jane Austen, entendeu por que coloquei tantas frases sublinhadas. Esta história critica a sociedade de sua época nas entrelinhas, como se sua opinião estivesse escrita, porém riscada para que ninguém entendesse. A história de amor e ódio entre Elizabeth Bennet e Fitzwilliam Darcy é como uma cortina sobre o palco: esconde o que tem por trás. Talvez este seja um dos fatores que imortalizou “Orgulho e Preconceito” e que levou este livro aos meus tops. Mas também não podemos deixar de falar sobre o romance, tão célebre! Diferente dos clichês melosos, a história envolve mais do que apenas amor: envolve o ódio, o desprezo, o orgulho e as consequências de um amor que não será tão bem aceito pelos outros. Mas, claro tudo isso sempre com humor, ironia e críticas subentendidas sempre bem descritos e detalhados... 
Agora, garotas, convenhamos: quem não gostaria de encontrar um Sr. Darcy? *-* 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Harry Potter e a Pedra Filosofal, de J.K.Rowling

Capa "Harry Potter e a Pedra Filosofal"

Título Original:
Harry Potter and the Philosopher's Stone
Autor(a):
J.R. Rowling
Origem:
Grã-Bretanha
Tradução:
Lia Wyler
Editora:
Rocco
Ano:
1997


Harry Potter é um garoto comum que vive num armário debaixo da escada da casa de seus tios. Sua vida muda quando ele é resgatado por uma coruja e levado para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Lá ele descobre tudo sobre a misteriosa morte de seus pais, aprende a jogar quadribol e enfrenta, num duelo, o cruel Lord Voldemort.
Com inteligência e criatividade, J. K. Rowling criou um clássico de nossos tempos. Uma obra que reúne fantasia e suspense num universo original atraente para crianças, adolescentes e adultos.

Enfim, férias! Depois de um longo e rigoroso semestre, afinal chegou o meu merecido descanso. E convenhamos: parecia que nunca mais acabariam as aulas... Principalmente depois do fiasco que foi a semana cultural da minha sala (semana cultural é a razão da existência das salas do ensino médio da minha escola: são uma série de atividades teatrais e apresentações que as classes devem preparar para mostrar aos professores que darão notas e a classe vencedora ganha... Bem, não ganha um prêmio, mas a graça está em avacalhar com os perdedores. Infelizmente, minha classe perdeu... Mesmo eu não ficando muito surpresa, diga-se de passagem, mas fiquei chateada. Agora é aguentar a classe vencedora tirando uma da nossa cara). Foi um período realmente estressante, tanto que eu nem consegui publicar no blog... Mas agora prometo voltar com força (kkkkk).
E falando em escola, que tal comentarmos hoje sobre a escola mais famosa e especial que existe na literatura fantástica? Sim, meus caros, Hogwarts, a escola de magia e bruxaria. E assumam: todos sonham com o dia em que uma coruja pouse em sua janela trazendo a carta de convocação (rsss). Se eu entrasse nesta escola, me recusaria a sair de férias.
Hogwarts será o verdadeiro lar de Harry Potter, um menino magrelo de óculos aparentemente comum e sem graça que na verdade é a esperança de todo mundo bruxo para livrar-se de um grande vilão, Lord Voldemort. Este último matou os pais de Harry graças a uma profecia - que somente será esclarecida nos próximos livros – e o menino passa a morar com seus irritantes tios sem saber que na verdade é um bruxo...
... até que, com 11 anos de idade, coisas estranhas começam a acontecer com Harry. Mas o que realmente vai virar sua vida de cabeça para baixo são corujas que carregam cartas. Sim! “Corujas-carteiras”! As aves tentam por sucessivas e fracassadas vezes entrega cartas ao Harry, mas seu tio impede que isto aconteça, mudando a família para um local bem afastado do resto da civilização. O que eles não esperavam, entretanto, seria o aparecimento de uma adorável criatura, Hagrid, um homem tão grande quanto sua bondade (apesar de colocar um rabo de porco no primo de Harry, muito merecidamente). Hagrid explica a Harry que o menino é um famoso bruxo que é convocado a entrar na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.
No caminho para se preparar para seu ingresso na escola, Hagrid explicará muitas coisas para Harry, entre elas sobre seus pais e sobre o mundo bruxo, e como presente de aniversário, Hagrid lhe dá uma coruja que se tornará sua companheira pelos anos que se seguirão, Edwiges.
Mas muitas coisas são misteriosas ainda para Harry, como o misterioso objeto que Hagrid pega em um vazio cofre do banco... O que Harry não sabe é que este objeto tornará seu primeiro ano na escola muito turbulento e anormal... Como se uma escola de bruxos já não fosse o suficiente. Neste ano, Harry conhecerá seus melhores amigos que o acompanharão por toda a sua vida: Ronald Weasley, ou somente Rony, seu amigo fiel e companheiro para todas as horas – menos quando aparecem aranhas, que são seu pesadelo – e Hermione Granger, inteligente sem igual, mas muito prepotente. Juntos, os três prometem mudar Hogwarts e todos que vivem nela... E a vida de seus leitores... 
Para qualquer um que leu Harry Potter e a pedra filosofal, primeiro volume da saga, mesmo que não tenha gostado (o que eu acho um pouco difícil), sua vida sofreu uma drástica mudança. Desconfio que muita gente já pegou algum graveto escondida da sociedade e disseram algum feitiço (eu pessoalmente adoro lançar um Avada Kedavra de vez em quando). A verdade é que J.K. Rowling foi brilhante em sua criação! Apesar do livro não entrar para os meus tops (porque faltou algo na história para me envolver totalmente), os livros são admiráveis. Já ouvi muitas criticas negativas por ai a respeito da história, mas todos devem concordar que a escritora merece um pouco de respeito pela sua criatividade e por sua obra ter atingido tantos pessoas pelo mundo inteiro com esta magnitude. Aplausos para J.K. Rowling!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Ops!

Olá, meus caros leitores! Eu não me esqueci de vocês! Infelizmente está um pouco difícil voltar a escrever postagens... Mas agora que estou de férias, prometo voltar com o tempo... Aguardem.

Bibi

segunda-feira, 18 de junho de 2012

No dia 18 de junho de 1996...

...Eu nasci!!!

Sim meus caros leitores: hoje é meu aniversário! Na verdade, eu só vim aqui dizer porque sou uma tremenda de uma folgada sem-vergonha e quero um "parabens" de todos vocês (u.u) kkkkkkkk
Não... Estou brincando...
Só quero compartilhar este momento com vocês, tão queridos para mim!

Agora um rápida ficha médica:
Nasci de cesariana às 17h47min, com 3,45 kg e 48 cm.

Gordinha não? kkkkk Ainda acho que eu parecia o "Baby" da Família Dinossauro! kkkkk


Bem... Passou o tempo e agora eu completo 16 anos!

Obrigada a todos que fizeram parte! E que continuemos juntos por muitos outros aniversários!!!


sexta-feira, 15 de junho de 2012

Eldest, Christopher Paolini


Capa "Eldest"
Título Original:
Eldest
Autor(a):
Christopher Paolini
Origem:
EUA
Tradução:
Heitor Pitombo
Editora:
Rocco
Ano:
2004



Ah... Dragões! Se tem algo que eu amo de paixão são estas criaturas místicas e poderosas... Portanto, nem preciso dizer que eu piro nestes livros não é? Entretanto, esta saga não entra em meus tops porque acho que o autor não estava “maduro” o suficiente para escrever um Best-seller magnânimo e digno de dizer que ele está entre os melhores livros que eu já li. Apesar de seu claro amadurecimento desde Eragon, Christopher Paolini ainda precisa evoluir muito para entrar no meu rank (desculpem os fãs assíduos do autor, mas eu sou bem exigente). Mas eu não quero dizer que odiei a história. Muito pelo contrário: amei! Estou ansiosa pelo último livro, que está previsto para o segundo semestre deste ano (aguenta coração!). Apesar de ter ouvidos alguns rumores que o final deixou a desejar, tenho que lê-lo para ter minha opinião...
Eragon acaba de sair de uma guerra infernal onde foi ferido gravemente... Mas com uma vitória espetacular: após matar o espectro Durza (medo dele), nosso herói-juvenil recebe o carinhoso apelido de Eragon Matador de Espectros. Apesar de ter recebido uma pequena ajuda das nojentinhas Saphira (seu dragão) e Arya (seu amor secreto não tão secreto assim), digamos que o mérito ficou apenas com o Cavaleiro. Ele agora partirá junto com as duas e seu amigo anão Orik para Ellesmerá, a capital dos elfos, para continuar seu treinamento como cavaleiro. Em sua nova parada, Eragon descobrirá algo inesperado: ainda há um dragão e seu cavaleiro vivos.
Uma pausa rápida: lembro nitidamente que eu estava tomando leite com groselha nesta parte do livro... E lembro nitidamente que eu cuspi tudo quando li “e apareceu um dragão dourado com seu cavaleiro” (ou algo do tipo). Meu choque foi tanto que precisei reler o capítulo para ter certeza que não estava ficando louca. E para minha curiosidade dolorosa ficar completa, o capítulo seguinte parte para outro lugar.
Entretanto, minha dor foi apaziguada ao ler sobre Roran, o primo gatinho de Eragon. Se você, que leu Eragon, não faz a menor ideia de quem era ele, um rápido Flashback: Roran era quase um irmão para Eragon, porém resolveu partir da fazenda para tentar uma vida melhor, já que queria se casar com a bela Katrina. Agora, Roran volta para Carvahall e descobre que seu pai foi morto e seu primo fugiu. É possível notar um grande ressentimento da parte de Roran para com Eragon, mas o rapaz tem bom coração, por isso não se deixa entregar ao ódio. Além do que, Roran tem outras preocupações: os Za’Rac, uns monstros canibais bem assustadores, descobrem sua ligação com Eragon e pretendem raptá-lo. Ele até tenta se esconder, mas o pai de Katrina, que o odeia, acaba entregando-o. Mas não se desespere: ele não foi sequestrado. Em seu lugar, foi levada Katrina (ok, agora pode se desesperar).  Roran decide então partir de Carvahall junto com todos os moradores para procurar pelos Varden... E mostra que nasceu para liderar.
Tenho que admitir que fiquei surpresa com Roran, acho que ele representa o verdadeiro amadurecimento do autor. O modo como leva a todos até os Varden mostra que ele é digno de ser um Cavaleiro de Dragão. Merecia um ovo!
Mas voltamos agora para Eragon e seu novo professor, Oromis. Ele é um velhinho muito simpático, diga-se de passagem, e um verdadeiro guerreiro. Apesar de sua enfermidade, ele mostra ser um excepcional cavaleiro. Oromis torna-se o mestre de Eragon e o ensinará a controlar melhor seus poderes de Cavaleiro.
Já o dragão Glaedr, eu não simpatizei muito com ele... Um pouco arrogante, talvez pela convivência com os elfos. Apesar dele não parecer muito, já que a maior parte do tempo em que Eragon treinava, ele e Saphira saiam voando por ai, nos momentos em que ele surgia, mostrava ter um focinho muito empinado...
E houve um momento que eu não entendi muito bem: rolou um clima entre ele e Saphira? Apesar de, no livro, ela dizer que eles eram os últimos dragões e precisavam salvar a espécie (momento tensão), o que queria dizer que ela não sentia nada muito profundo por ele, somente o sentimento de obrigação, ainda assim não conseguia deixar de imaginar os dois como um casalzinho feliz... Acho que foi só impressão...  E, bem, como eu não sou fã da Saphira, não posso deixar de comentar o quanto eu ri quando li sobre o fora que Glaedr deu nela... Aquelas patadas (literalmente) foram boas para ela, assim ela aprende que não é a melhor coisa que já aconteceu em Alagaësia.  
Falando em lado emocional, vejamos a relação entre Eragon e Arya, sendo que esta última é de uma indecisão irritante. Até agora eu não entendo se ela quer ou não ficar com Eragon. Preciso que ela se decida logo, pois esta do “vou não vou” está me irritando profundamente.
Chegamos à conclusão: alguns outros personagens aparecem na trama e ganham seu destaque como Nasuada, a nova líder dos Varden. Mulher decidida, forte, batalhadora, que mostra que chegou para ficar. Ela é uma das minhas personagens favoritas. E apesar de toda a sua obrigação para com o seu grupo, ela não deixa de expressar seus sentimentos... E é claro que eu estou me referindo ao Murtagh (lindo maravilhoso!). É bem óbvio que ela está apaixonada por ele... E mais óbvio ainda que ele a corresponde (só o clima que rolou no livro, já dá para saber).
E não se preocupem, público feminino, não me esqueci de falar sobre Murtagh. Na verdade, algo terrível acontece com ele logo no ínicio do livro: ele é sequestrado pelos Urgals logo após o assassinato de Ajihad e... Não vou contar o que acontece com ele depois (hehehehe). Apenas que Murtagh mostra o quanto seu espírito é forte e resistente: as desgraças que acontecem com ele parecem nunca ter fim!
Outra personagem que ganha espaço é Erva, o bebe abençoado por Eragon e Saphira. Na verdade, Erva foi amaldiçoada pelos dois por um erro na linguagem e agora ela se tornou um escudo contra os sofrimentos das pessoas. Para sua sorte, Erva é acolhida por Nasuada e por Angela, a feiticeira. Erava é uma criança de quatro anos, porém com a mentalidade de uma adulta. Ela me assusta às vezes com sua inteligência e eu a admiro por não ficar bajulando Eragon como todos os outros.
O final do livro é surpreendente! Pensando um pouco agora, era um pouco óbvio, mas foi bem elaborado. Como já disse, Christopher Paolini cresceu muito desde Eragon e continuou em Brisingr, terceiro livro da série. Espero que ele continue assim até Inheritance, a conclusão desta saga.

sábado, 2 de junho de 2012

O garoto no convés, de John Boyne

Capa "O garoto no convés"
Título Original:
Mutiny on the Bounty
Autor(a):
John Boyne
Origem:
Irlanda
Tradução:
Luiz A. de Araújo
Editora:
Companhia das Letras
Ano:
2008


Aos catorze anos de idade, o órfão John Jacob Turnstile perambula pelas ruas de Portsmouth, no sul da Inglaterra, cometendo pequenos furtos. Dois dias antes do Natal de 1787, porém, o que tem início como apenas mais uma delinquência resulta numa série de acontecimentos que mudarão sua vida para sempre. Para escapar da prisão, embarca às pressas num navio da marinha inglesa na função de criado do capitão. Seu plano é fugir na primeira oportunidade, mas o que o aguarda é uma aventura de proporções épicas, na qual não faltarão conflitos entre os membros da tripulação, tempestades, portos exóticos, ilhas paradisíacas e um motim que acabaria por se tornar o mais famoso na história naval.



Primeiramente, quero pedir desculpas aos meus leitores por não postar com tanta frequência quanto gostaria. Ultimamente, as coisas andam bem corridas e estressantes e, até julho, as coisas pretendem piorar. Vou fazer uma postagem bem rápida sobre um livro muito legal, “O garoto no convés”.
John Jacob Turnstile é um órfão de 14 anos que mora em um orfanato e comete pequenos furtos pelo sul da Inglaterra. Entretanto sua vida muda radicalmente (como deve acontecer para o livro render). Uns poucos dias antes do Natal, John pretendia roubar um fidalgo que sempre aparecia em um mercado nas redondezas em que o menino praticava seus crimes quando ele (o fidalgo) chama Turnstile para conversar. Esta conversa revelará um pouco do nosso protagonista, que ele não é um moleque estúpido de rua ou um ignorante. Na verdade, deste dialogo podemos até dizer que Turnstile é ambicioso e “culto”.
Porém, quando fidalgo estava prestes a ir embora, Turnstile reparou que de seu bolso pendia um relógio de ouro. Por um impulso, o menino tentou roubar o objeto, mas foi pego em flagrante por um policial e quase foi massacrado pela população à sua volta que vira o ato. Ele então é preso e levado à um juiz, que o condena a doze meses de cárcere.
Entretanto, logo depois de anunciada a sentença, eis que reaparece o fidalgo fazendo uma proposta à Turnstile: ele poderia se livrar de sua prisão caso aceitasse tronar-se criado do capitão de um navio que partiria naquele mesmo dia. Sem pestanejar, ele aceita e parte para a aventura que mudaria seu destino.
Turntile embarca então no Bounty e lá conhecerá todo tipo de pessoa: desde o “fuinha” Sr. Samuel até o sentimental capitão William Bligh. Este último é uma curiosa figura no livro... Bem, eu não tenho lá muitas informações sobre aquele que seria o motim mais famoso da história, mas até onde eu sabia, o capitão era um ser muito cruel e insensível, que desprezava “Deus e o mundo”. Mas, no livro, ele se mostra bondoso como um avô até mesmo com Turnstile, que se mostra um frouxo assim que entra no navio: desacostumado com o mar, o menino fica muito doente, porém o bom capitão cuida de sua saúde até que ele consiga finalmente se levantar e cumprir com suas obrigações.
Bem! Turnstile está em alto mar e terá problemas com os outros marinheiros... Aparentemente, seu jeito um pouco impertinente não os agradou muito. Mas com o tempo, ele vai ganhando o afeto de uns aqui e outros ali, mesmo que quase ninguém admita. O destino do navio é uma pequena ilha no Pacífico e, durante toda a viagem, grandes confrontos e confusões aguardam nosso pequeno protagonista.
Mas como já sabemos, um motim será organizado contra nosso “vovô” Bligh. Turnstile estará bem no meio do fogo cruzado contando em primeira pessoa como tudo começou e como terminou. O mais surpreendente é o final dele, o que eu achei levemente fantasioso, entretanto era o esperado. O autor, John Boyne, surpreende principalmente pela escolha do seu tema e o desenvolvimento da história. Apesar de sair completamente da realidade, a história é bem empolgante e até mesmo engraçada. Turnstile amadurecerá muito desde o momento em que entra do Bought até o fim de sua viagem e admito: conquistará meu coração adolescente (rs).

P.S.: tenho que dizer que odiei esta resenha. Não escrevi como gostaria, mas como já disse, as coisas estão um pouco complicadas por aqui. Porém, em respeito a quem lê meu blog e com vontade de mantê-lo firme, escrevi mesmo assim. O livro realmente é bom, vale a pena! Beijos da Bibi! ^^ 
P.S.2: esta postagem é em homenagem ao meu amigo Luiz que me emprestou o livro. Muito obrigada Luiz! Adorei! 

domingo, 20 de maio de 2012

A Fúria dos Reis, de George R.R. Martin


Capa "A Fúria dos Reis"
Título Original:
A clash of kings
Autor(a):
George R.R. Martin
Origem:
EUA
Tradução:
Jorge Candeias
Editora:
Leya
Ano:
2011



Um cometa da cor do sangue e fogo atravessa o céu. E a partir da cidade antiga de Dragonstone às margens proibidas de Winterfell, reina o caos. Seis nações lutam pelo controle de uma terra dividida e pelo Trono de Ferro dos Sete Reinos, preparando-se para o embate através de tumulto, confusão e guerra. É um conto em que irmãos conspiram contra irmão e os mortos se levantam no meio da noite. Neste lugar uma princesa se disfarça como um garoto órfão, um cavaleiro espiritual prepara um veneno para uma feiticeira traidora, e homens selvagens descem das Montanhas da Lua para devastar o campo de batalha. Com um pano de fundo de incesto, alquimia e assassinato, a vitória pode chegar aos homens e mulheres possuidores do aço mais frio … e corações mais gelados. Quando há um confronto entre reis, toda a terra treme.

Assustadoramente, este segundo volume foi melhor que o primeiro (em minha opinião, claro), o que eu julgava impossível. Novos personagens ganharão voz e os que já eram P.O.V. vão estar ainda mais “irresistíveis” e surpreendes (ai Jon... *-*).
O primeiro e novo personagem a ganhar voz é Davos Seaworth, um ex-pirata aliado a Stannis Baratheon, irmão mais velho de Robert Baratheon – antigo rei de Westeros. Quando Robert lutava contra Aerys, o Rei Louco, Stannis foi sitiado em Pedra do Dragão. Porém, eis que aparece Davos, carregado de cebolas, que abastece a ilha e impede que Stannis morra de fome. Este episódio rende à Davos o apelido de Cavaleiro das Cebolas. Depois que Stannis vence a sua guerra, ele acolhe Davos, porém corta-lhe os dedos como punição pelos seus crimes de pirataria. Inacreditavelmente, isto só faz com que Davos fique ainda mais leal à Stannis. Agora, Davos é o principal conselheiro de Stannis nesta guerra que assola Westeros. Por ser o irmão mais velho de Robert, Stannis reclama o Trono de Ferro para si mesmo, assim como seu irmão mais novo Renly.
Stannis também contará em seu “conselho” com a mulher vermelha, Melisandre. Seguidora da nova religião do Deus Vermlho, R’hollor, Melisandre lembrou-me muito os inquisidores da Idade Média com sua intolerância às outras religiões e seu jeito macabro e misterioso de ser. Logo no prefácio, Melisandre mostra que chegou para aterrorizar que se coloca em seu caminho (pobre Meistre...). Ela guiará Stannis nesta batalha, dizendo que ele foi o cavaleiro escolhido por R’hollor para representá-Lo em Westeros. Não preciso dizer que eu não gosto dela não é? Aquela mulher é uma bruxa assustadora e ignorante (o que me irrita profundamente...). Ela não é P.O.V., mas é importante...
Além de Davos, quem também ganha voz é Theon Greyjoy. Em vários comentários sobre o livro que eu leio por ai (e eu leio muito sobre os livros d’As Crônicas), eu vi que Theon caiu no gosto popular... Eu não sei o que veem nele, porque eu, pessoalmente, odeio Theon com todas as minhas forças! Para mim, ele é um serzinho fútil e pervertido que não sabe o que quer da vida e que só faz cagada! Somente em uma parte eu fiquei solidarizada com ele: quando Theon finalmente volta para as Ilhas de Ferro com uma proposta do Rei do Norte Robb, ele tem uma grande decepção com seu pai que parece culpá-lo pela sua ausência. Além do seu pai, Theon também sofrerá nas mãos de Asha, sua irmã pretensiosa. Apesar de eu admirar muito a força e coragem de Asha, ela me irrita mais do que Theon com suas esnobações para cima do coitado... Se formos ver, os Greyjoy são uma família de problemáticos irritantes. Não gosto deles... Mas, tirando a minha opinião, os Greyjoy ganharão mais destaque neste livro.
Falando no Robb, vejamos como está Catelyn: na mesma. Continua sofrendo pela morte do marido, pela perda das filhas, pelo destino do seu filho mais velho, pela saudade dos mais novos... Porém, desta vez, Catelyn finalmente parece que vai se mexer para alguma coisa: como já sabemos, Renly Baratheon também está reivindicando o Trono de Ferro. Como o interesse de Robb Stark não é Westeros completo, mas só o Norte, ele irá propor através de sua mãe uma aliança. Catelyn então viajará até o acampamento de Renly, onde verá que ele fez um pacto com os Tyrell cansando-se com Margarye Tyrell, irmã do Sor Loras (o Cavaleiro das Flores). Neste volume, Margarye não será muito relevante, mas nos próximos... Bem, deixemos isso para outra postagem.
Nesta viagem, Catelyn conhecerá Brienne de Tarth, a Beleza. Ela é caracterizada como uma mulher feia e estranha, mas uma ótima cavaleira e espadachim. Quando Catelyn chega, uma luta entre ela e Sor Loras acaba de ser concluída, com Brienne saindo vencedora e pedindo como recompensa um lugar na guarda real de Renly. Não será exatamente neste momento, mas um laço de amizade e lealdade se formará entre Catelyn e Brienne, que será de grande importância para o resto da historia... Por isso, atenção nas duas.
E aproveitando que estamos falando dos Starks, vejamos como estão os pequenos lobos. Arya conseguiu fugir de Porto Real passando-se por um menino órfão com os novos recrutas da Guarda da Noite. O plano original seria que Arya ficasse em Winterfell no meio do caminho, porém alguns contratempos fizeram com que Arya tornasse prisioneira em Harrenhal. Mas Arya é esperta e tem amigos, como Gendry e o misterioso Jaqen H’ghar (fala sério: a Arya tem uma sorte do caramba! Dois bonitões numa tacada só!), que a ajudarão a voltar para casa... Ou naão.
Sansa continua na corte do Joffrey. Apesar de ela ser uma songa-monga, ela sofrerá horrores nas mãos daquele monstro loiro e sádico. Ela está levemente (bem levemente) mais esperta, mas ainda crê em histórias românticas e que seu príncipe encantado irá salvá-la... Será que esta tonta não enxerga que ela precisa se mover para sair de lá?
Bran, agora regente de Winterfell, se mostra mais esperto que sua irmã mais velha, porém ainda está com grandes problemas com sua nova condição paralítica e com seus sonhos. Entretanto, Bran não ficará mais sozinho: chegam ao castelo os irmãos Reed, Meera e Jojen, ainda mais misteriosos e suspeitos que Jaqen H’ghar. Eu sei que eles escondem alguma coisa de Bran, alguma história que renderá um ótimo capítulo... Mas deixando as suposições de lado, vamos falar sobre o que nos foi mostrado até agora: Jojen tem um poder muito estranho, que ele denomina sonhos verdes. É como se ele pudesse prever o futuro através de sonhos confusos. Jojen então ajudará Bran a entender quem é este corvo de três olhos que aparece nos sonhos do menino e os sonhos em que Bran se vê na forma de lobo... Aparentemente, estes sonhos são normais, mas segundo Bran, eles são nítidos demais para simples sonhos.
Não podemos esquecer também o meio Stark, Jon Snow. Ele agora está além da Muralha, atrás dos selvagens que estão se organizando “sob os estandartes” de Mance Rider, que se denomina o Rei-para-além-Muralha. Entretanto será nesta fase que Jon começará a se perguntar se fez a coisa certa ao entrar para a Patrulha... Ele também começará a sentir uma falta imensa de Winterfell e de sua família, principalmente de seu pai. Mas algumas coisas boas acontecerão com Jon... Ele finalmente conhecerá alguém que fará seu coração bater mais forte (não é o Sam).
 Mas vamos descer agora para um lugar mais quente: a corte de Joffrey. O moleque está pirando no Trono de Ferro: como se já não bastasse ele ser mimado e sádico, agora o poder subiu à sua cabeça e ele está fora de controle, até mesmo de sua mãe e de seu tio. Bem, nem preciso dizer que Tyrion está cadê vez melhor. Ele é disparado o melhor e mais inteligente personagem dos livros. Agora Mão do Rei, Tyrion usará toda a sua sagacidade para manter Joffrey no trono, apesar de não esconder a repulsa que sente do sobrinho. Ele está imperdível neste volume, mostrando que chegou para “botar ordem na casa” (apesar de isso ser impossível até mesmo para ele, já que todos, até mesmo a Rainha Regente Cersei, estão contra ele). Falando na Cersei, só um comentário: está mais bruxa que antes.
E por fim, a Mãe dos Dragões: Daenerys Targaryen, Primeira de Seu Nome, Nascida da Tormenta e blábláblá. Depois da morte do Drogo e de todas as traições, Dany seguirá com seu pequeno (e bota pequeno nisso) khalasar em busca de apoio para se reestruturar e de um exército para tomar o Trono de Ferro que é seu por direito. Após quase morrer ao atravessar um deserto, Dany encontra a grande e rica cidade de Qarth, onde conhecerá Xaro Xhoan Daxos, um comerciante rico que quer se casar com Dany só pelos dragões. Dany sabe que agora que a noticia do surgimento de dragões atrairá interesseiros e golpistas como abutres sobre carniça, por isso ela precisará usar toda a maturidade que ganhou para se livrar deles. Mas claro, ninguém consegue viver sozinho: Dany pode contar com Sor Jorah, que neste volume, começa a mostrar que esconde alguma coisa obscura... Eu sei o que é, mas nem pretendo contar. Rs
Perfeito? Não... Este volume foi quase perfeito. A única coisa que o impediu foi Robb não ter se tornado um P.O.V. Meu Deus! Ele é o rei do Norte! Ele merecia um pouco mais de destaque... Mas tirando este pequeno detalhe, A Fúria dos Reis é imperdível! Ele me surpreendeu, assustou, intrigou, emocionou, irritou, confundiu e “impacientou”. Quando o livro terminou, a primeira coisa que eu disse foi: “Quando sai o terceiro volume?”. George R.R. Martin é um gênio, é a única coisa que eu posso dizer dele. E ele deve tomar alguma água suspeita para conseguir criar uma trama tão... Tão... Maravilhosa. O único inconveniente é que ele demora demais para escrever. Pô, Martin! Acelera aí! RSS

sexta-feira, 11 de maio de 2012

De punhos cerrados, de Pedro Bandeira


Capa "De punhos cerrados"
Título Original:
De punhos cerrados
Autor(a):
Pedro Bandeira
Origem:
Brasil
Tradução:
Nacional
Editora:
Rocco
Ano:
2005



Faz tempo que este livro esta aqui, parado... Mas a verdade é que eu estava com uma preguiça de escrever sobre ele! Kkkkk Mas hoje eu tomei coragem e vim comentar sobre ele!
Bem, este é um livrinho infanto-juvenil para os momentos “não-estou-a-fim-de-fazer-nada-mas-quero-dar-algo-à-minha-mente”. A história gira em torno de Eduardo, apelidado de Caramujo. Fechado em seu próprio mundo, Caramujo não se relaciona com ninguém da escola... Mas os alunos mal sabem de sua paixão: cavalos, herança de sua mãe que crescera em uma fazenda no cerrado goiano.
Entretanto, um dia sua vida virou de cabeça para baixo quando o diretor chama Caramujo para sua sala e começa a frase com: “Meu filho, sente-se. Precisamos conversar.”. Eduardo logo vê que tem algo errado.
Infelizmente, seus pais sofreram um acidente grave de carro. Eduardo agora estava sozinho...
Ou quase.
Ele passaria a morar com sua avó materna em Goiás em seu grande latifúndio “Encantado”. É claro que Eduardo detestou a ideia e detestou ainda mais quando conheceu o Velho Santinho, um senhor de díade muito simpático e alegre que passará a ser o “mentor” de Caramujo... E colocará um novo apelido nele: Garrote. Entretanto, para piorar a situação, quando finalmente conhece sua avó, Garrote fica surpreso: Nhá Nana, como era conhecida, não lembrava em nada a mãe doce e gentil do menino. Ela era uma mulher cruel e rígida, que não se importava com mais nada além de sua fazenda.
Eduardo terá que enfrentar tudo, até mesmo a própria parenta, para sobreviver nesta nova realidade. Mas claro: ele pode contar com o Velho Santinho, que tem uma paciência impressionante com ele, e com a Ritinha, uma menina doce da fazenda que desperta algo até então desconhecido nele...
 Uma história bonitinha, de pré-adolescentes. Comentei porque o livro é do Pedro Bandeira, meu eterno ídolo, que me despertou o amor pelos livros. A história não é ruim, tem uma boa trama e é criativa. Se você tiver um tempinho, dê uma rápida lida... Em uma viagem de metrô você termina o livro (kkkkkkk).
Bem, meus leitores, esta foi uma postagem rápida. Amanhã trarei outro livro!

Xoxo

Bibi 

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Selinho (ou meme)

Olá, meus leitores! Hoje eu recebi um selinho do blog Um Bestseller pra Chamar de Meu ou um meme, como ela diz em seu blog! Obrigada, Adriana!


Agora, eu preciso responder a algumas perguntas. Vamos lá!

1. Quando surgiu a ideia de criar seu blog?
Bem, eu sempre tive vontade de criar um blog, mas nunca tinha um assunto muito bom... Mas então, um dia eu estava procurando "sabe-Deus-o-que" no Google e encontrei um blog superlegal sobre livros. Me inspirei e criei o "Abrindo os livros..."

2. Origem do nome do seu blog.
Foi o nome que me veio à mente! kkkkkkkkk

3.Você tem outros blogs além deste?
Tenho um chamado Hearth's Queen, onde eu publicava algumas da minha redações (narrativas). Mas ai eu não tinha tempo para passar as histórias para o computador, então ele ficou meio abandonado...

4. Já pensou em desistir alguma vez do seu blog?
Já... Muitas vezes. Não por preguiça ou por ter outras coisas para fazer, mas porque, quando eu fico chateada, tenho um "sensor de autodestruição" (rsrsrsrs...). Quando eu fico triste, penso em me desconectar do mundo... Ou simplesmente me punir por sentir estas coisas... Então vou me excluindo de tudo. Recentemente (ontem rs), eu pensei em excluir o blog por ter ficado muito magoada com uma atitude minha, mas o selinho da Adriana me inspirou a escrever um pouco mais... Eu sei que parece loucura, mas eu sou assim. XD

5. Mande uma mensagem para os seus seguidores.
Rss... Meu blog não é assim tão popular... Acho que dos meus 45 seguidores, uns cinco devem olhar meu blog de vez em quando... Eu não os culpo, há coisas mais interessantes para olhar (u.u). Mesmo assim, queria agradecer pela consideração de todos, pelos comentários, pelas sugestões e pelas críticas. Quero dar um "alô" especial para alguém anonimo que criticou uma resenha minha e dizer que eu agradeço pela opinião, mas que, dá próxima vez, por favor: diga seu nome. Eu não vou ficar brava por ser criticada. Não sou perfeita. Enfim... Um beijo para todos vocês que leem meu blog!

Sobre o blogueiro:
Uma música: Love is war - Scorpions
Um livro: A Guerra dos Tronos - George R.R. Martin (mas considere toda a saga rs)
Um filme: We are Marshall
Um hobby: ler... (isso era meio óbvio não é?)
Um medo: escuro
Uma mania: se desligar do mundo quando estão falando comigo
Um sonho: minha vida dar certo
Não consigo viver sem: meus livros, meus amigos, minha família, minha imaginação
Tem coleção de alguma coisa? Pode ser de livro?
Gostaria de fazer alguma pergunta aos próximos participantes? Acho que já invadi demais a privacidade deles né? kkkkk
Do que mais gosto no meu blog? Do cabeçalho, fiz o blog pensando nele rsss

Indico os 13 blogs:
Acordei com vontade de ler
Apaixonada por papel
Coisas de Meninas
Eu Amo Os Livros
Leitura com Cappuccino
Leitora It
Lost Girly Girl
Loucosss por LIVROS e FILMES
Manuscrito de Cabeceira
Na Toca com a Coruja
Na trilha dos livros (agradecimento especial a este blog, pois inspirou o meu)
O Clube da Meia-Noite
Roubando livros

Bem, espero que gostem dos blogs e estes gostem do selinho!

xoxo

Bibi =^.^=
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